São seis usos que dá para testar amanhã, sem instalar nada. Cada um tem o pedido pronto: troque o que está entre colchetes pelo seu caso.
1. Perguntar. "Esta fórmula dá erro: [cole a fórmula]. Onde está o problema?" Serve para destravar uma fórmula, validar a lógica de um cálculo ou entender uma mensagem de erro. Informe também o resultado que você esperava.
2. Construir. "Preciso calcular [descreva a conta]. Monte a fórmula e detalhe cada parte." O detalhamento serve para você conferir antes de usar e para reaproveitar a lógica em outra planilha.
3. Ler. "Leia o arquivo anexo e liste os cinco pontos que importam para o meu fechamento." Funciona com release, contrato, ata e relatório longo. Diga para que você vai usar a leitura, porque o critério muda o que ela destaca.
4. Escrever. "O desvio foi [valor], por [motivo]. Escreva um rascunho de comentário de quatro linhas." Você ajusta e envia. Uma das próximas edições detalha esse pedido.
5. Revisar. "Aponte três pontos fracos desta análise e o que ficou de fora." Use antes de enviar qualquer material. Uma das próximas edições detalha esse pedido.
6. Automatizar. "Faço [tarefa] toda semana, assim: [passos]. Monte a macro ou o passo a passo." Peça primeiro o passo a passo, e a macro só depois de entender o que ela faz.
Por onde começar. Escolha um e use por uma semana antes de passar para o próximo. Não precisa dos seis.
Dois cuidados. Confirme com a TI o que pode ser colado na ferramenta que você usa. E confira o resultado como conferiria uma planilha que outra pessoa montou.
Se a empresa liberou o Copilot, boa parte desses usos roda dentro do Excel e do PowerPoint.
💡 FAÇA HOJE
Escolha um dos seis usos, aplique numa tarefa real de amanhã e use por uma semana antes de escolher o segundo.